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Como escolher a mesa de som ideal para o que você precisa

Cliff Weitzman

Cliff Weitzman

CEO e fundador da Speechify

Gerador de voz por IA nº 1.
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Está procurando uma mesa de som, mas se sente sobrecarregado com a infinidade de opções disponíveis? Não se preocupe, estamos aqui para ajudar. Neste artigo, vamos guiá-lo pelo processo de escolha do mixer de áudio ideal para o que você precisa. Seja você iniciante ou experiente, entender os fundamentos, avaliar suas necessidades, explorar diferentes marcas e modelos, analisar os recursos e tomar a decisão final pode ser mais simples do que parece. Vamos lá!

Entendendo o básico dos mixers de áudio

Antes de navegar pelo universo das mesas Soundcraft, Yamaha e Allen & Heath, é importante ter uma compreensão sólida dos fundamentos dos mixers de áudio. Também conhecidos como mesas de som ou consoles de mixagem, eles são essenciais para captar e controlar o som de várias fontes, como microfones, instrumentos e equipamentos de reprodução como toca-discos. Seja para lives, podcasts ou montagem de estúdio de gravação, entender os diferentes tipos de mesas — desde compactas até com amplificação — e seus principais componentes, como DSP (Processamento Digital de Sinal) e pré-amplificadores de microfone, vai ajudá-lo a decidir com segurança.

Os mixers de áudio têm uma história rica que remonta ao início das transmissões de rádio. No começo do século XX, engenheiros de áudio enfrentaram o desafio de combinar diversos sinais de áudio para criar uma sonoridade equilibrada e contínua. Isso levou à criação dos primeiros mixers analógicos, que usavam componentes físicos como faders e knobs para manipular o áudio, proporcionando uma qualidade sonora única quando comparada aos modelos digitais atuais.

Tipos de mixers de áudio

Entender as particularidades dos mixers de áudio começa por conhecer os diferentes tipos disponíveis. Incorporando recursos como processadores, compressores e entradas de linha, os mixers se dividem em três categorias principais:

Mixers analógicos

Os mixers analógicos são os clássicos do mundo do áudio, utilizando knobs, chaves e faders físicos para mixar o som. Eles são especialmente valorizados pela sonoridade quente, característica dos componentes analógicos. Atraem principalmente os puristas ou aqueles que sentem nostalgia da época em que o digital ainda não dominava. Mesas analógicas como as da Soundcraft e Allen & Heath são muito usadas em apresentações ao vivo onde efeitos digitais e roteamentos complexos podem não ser essenciais. 

Suas entradas de linha as tornam muito versáteis para conectar diversos tipos de fontes de áudio. Geralmente, eles contam com pré-amplificadores para microfones e podem incluir compressores e processadores básicos que permitem um controle simples sobre a dinâmica do som. Além disso, alguns mixers analógicos, como o Yamaha MG10XU, já trazem interface de áudio USB, unindo a praticidade do digital ao som analógico.

Mixers digitais

Com o avanço da tecnologia, surgiram os mixers digitais com múltiplas funções avançadas e excelente qualidade sonora. Eles funcionam à base de tecnologia de áudio digital, normalmente trazendo efeitos embutidos processados por um DSP (Processador de Sinal Digital). Permitem controlar aspectos do áudio com precisão, como equalização, dinâmica e roteamentos complexos. Marcas como a Presonus StudioLive são referência tanto em estúdio quanto ao vivo. 

Os mixers digitais também contam com recursos como gravação multicanal e integração com DAWs (Digital Audio Workstations), facilitando bastante a produção musical. Alguns modelos ainda oferecem controle remoto via aplicativo para tablet, dando flexibilidade para mixar de qualquer lugar da sala. Normalmente, trazem entradas XLR e de linha, adequando-se a aplicações profissionais.

Mixers por software

Por fim, os mixers por software ganharam bastante espaço, especialmente na produção musical e em podcasts. Eles são, basicamente, parte de uma DAW (como a Presonus StudioLive ou outros softwares de áudio). Permitem gravação multicanal e vêm equipados com uma vasta gama de efeitos e processamentos virtuais, graças ao seu funcionamento via software. Mixers desse tipo possibilitam roteamentos internos complexos, trazendo flexibilidade máxima. Muitas vezes, aceitam integração com mixers USB externos e controladores, oferecendo um toque físico ao processo criativo no software. Além disso, aceitam integração com plug-ins e instrumentos virtuais, tornando-os extremamente versáteis para todo tipo de projeto sonoro.

Principais componentes de uma mesa de som

Na composição de uma mesa de som, alguns componentes são essenciais, como canais, controles de equalização (EQ), entradas de linha e opções de mixers de linha. Veja um resumo de cada um:

Canais

A quantidade de canais de uma mesa determina quantas fontes de áudio podem ser conectadas ao mesmo tempo. Um mixer compacto pode oferecer 4 ou 6 canais, cada um aceitando um microfone ou instrumento, por exemplo. Em contrapartida, mixers grandes e profissionais podem superar 32 canais, ideais para shows ou estúdios. O número de canais geralmente está relacionado ao tamanho e à complexidade do mixer, portanto sempre avalie suas necessidades específicas, seja em estúdio ou em uma transmissão de podcast.

Controles de EQ

Os controles de equalização, conhecidos como EQ, são fundamentais para moldar a qualidade do som. Praticamente todos os mixers — analógicos ou digitais — trazem algum tipo de EQ embutido para cada canal. Esses controles possibilitam ajustar as frequências do áudio, aumentando ou reduzindo determinadas bandas para criar a textura desejada. O EQ pode ser simples (baixo/alto) ou avançado (paramétricos ou gráficos multibanda), oferecendo controle detalhado sobre o espectro sonoro. São valiosos para eliminar frequências indesejadas ou para criar efeitos criativos no som.

Processadores de efeitos

Se você utiliza uma mesa digital, provavelmente vai encontrar uma variedade de efeitos embutidos, como reverb, delay e chorus. Esses efeitos costumam ser gerenciados por um processador DSP dedicado. Os processadores enriquecem o áudio, adicionando profundidade, ambiência e textura à sua mixagem. Alguns mixers avançados ainda permitem customizar ou importar algoritmos de efeitos próprios, aumentando as possibilidades criativas!

Faders

Os faders são os principais controles de volume de cada canal do mixer. Seja em formato giratório ou deslizante, são os controles mais usados, especialmente em apresentações ao vivo. Permitem equilibrar volumes individuais no mix, ajustando o nível de cada fonte. Isso é fundamental tanto em estúdios quanto ao vivo, pois alguns instrumentos ou vocais podem ser naturalmente mais altos que outros. Mixers de alto padrão podem ter faders motorizados que se movem automaticamente ao alternar cenas ou presets, facilitando e automatizando o trabalho.

Entender esses componentes e os tipos de mixers vai ajudá-lo não apenas na compra, mas também a extrair todo o potencial da mesa e elevar sua produção de áudio ou performance ao vivo a um padrão profissional.

Determinando suas necessidades de áudio

A complexidade e os detalhes das suas demandas de áudio vão influenciar diretamente qual mixer você deve buscar. Vamos dividir em dois grupos principais: músicos e podcasters. Se você é músico — talvez parte de uma banda — em busca de som de alta qualidade ao vivo, terá de lidar com diversas fontes ao mesmo tempo. 

Isso inclui uma variedade de instrumentos, como teclados e guitarras, além de vários microfones. Diante dessas demandas, será preciso uma mesa que tenha um bom número de entradas de linha e entradas XLR para garantir sinais balanceados e sem ruído. Além disso, bons pré-amplificadores são essenciais para captar nuances de vocais e instrumentos acústicos.

Agora, falando dos efeitos embutidos como reverb, delay e compressores: esses efeitos são fundamentais para dar profundidade e ambiência à apresentação ao vivo. Músicos também devem pensar em tecnologia DSP (Processamento Digital de Sinal), especialmente se pretendem manipular efeitos em tempo real ou acertar o som ao vivo.

Para podcasters, a situação pode ser diferente. O foco geralmente é a voz, então talvez você precise de menos entradas, mas valorize recursos como interface de áudio USB para gravação e transmissão instantâneas. Isso é ainda mais importante para quem faz o podcast em uma estação de trabalho digital (DAW) no Mac ou no Windows. Mixers USB com função plug-and-play são altamente recomendados para essa finalidade. Além disso, um mixer com placa de som integrada pode economizar gastos e evitar complicações com equipamentos externos. Podcasters também devem analisar se a mesa traz entradas de linha para conectar players de áudio ou adicionar efeitos à transmissão ao vivo.

Analisando suas necessidades sonoras

Músicos que buscam áudio profissional precisam considerar vários fatores. O número de entradas XLR e de linha é fundamental, dado o leque de instrumentos e mics usados em shows. Se estiver usando equipamentos de estúdio, vai precisar de vários bons pré-amplificadores. Além disso, recursos como efeitos embutidos (reverb, compressores) agregam valor ao enriquecer o som final.

Podcasters têm outros critérios. Um mixer compacto pode ser mais do que suficiente, especialmente com interface USB integrada para gravar direto numa DAW (Digital Audio Workstation) em qualquer plataforma. Se for incluir players de áudio, entradas TRS ou RCA são importantes. Ter compressores integrados também ajuda a manter o áudio consistente — fundamental para ouvintes em diferentes dispositivos, do som do carro ao fone de ouvido.

Definindo seu orçamento

Os preços das mesas de som podem variar muito. No topo, marcas como Allen & Heath oferecem mixers digitais com recursos avançados, como gravação multicanal e efeitos DSP de última geração. Mas preço alto nem sempre significa ideal para você. Opções mais acessíveis, como a Behringer, também entregam excelente áudio e são versáteis e amigáveis para iniciantes. Marcas intermediárias como Yamaha e Mackie trazem soluções confiáveis sem pesar tanto no bolso. Por exemplo, o Yamaha MG10XU é famoso pelos pré-amplificadores de alta qualidade e é versátil para performances ao vivo e gravações.

Explorando marcas e modelos

Para quem está começando, a Behringer costuma ser indicada pelo preço acessível e pela variedade de recursos que não confundem o iniciante. Em contraste, Yamaha e Mackie trazem recursos mais avançados, com processamento digital superior e pré-amplificadores de baixo ruído. A Yamaha, por exemplo, tem modelos que vão do básico, como o MG10XU, até mixers digitais voltados para engenheiros profissionais. A Mackie também se destaca tanto em situações ao vivo quanto em estúdios, oferecendo mesas com alto desempenho e construção robusta.

Avaliando os recursos do mixer

Na hora de avaliar recursos, o primeiro passo é analisar o tipo de conectividade de que você precisa. Mixers USB, por exemplo, são excelentes para iniciantes no universo da mixagem, especialmente para podcasts. Eles geralmente são plug-and-play e mais econômicos. Contudo, se o objetivo for uma configuração mais complexa e profissional, mesas como a Presonus StudioLive se encaixam melhor. Esse modelo tem funções ideais para produção musical avançada, oferecendo gravação multicanal e vários efeitos processados por DSP, desde reverb e delay até correção de afinação, garantindo áudio em padrão profissional. Entender as opções de conectividade e recursos embutidos é essencial para escolher o modelo ideal para você.

Importância do número de canais

Outro ponto crítico é a quantidade de canais do mixer. Isso é fundamental caso você queira expandir sua estrutura ao longo do tempo. Pode ser que um mixer de 8 canais seja suficiente agora, mas é importante pensar no futuro. Se você é músico e pretende adicionar instrumentos, ou podcaster querendo receber mais convidados, procure um mixer com mais canais ou opções de expansão. A expansão pode vir em formas de auxiliares ou módulos digitais que permitem roteamento extra por software. Esse olhar antecipado evita upgrades caros lá na frente.

Compreendendo as opções de EQ

De igual importância são as opções de equalização (EQ) do seu mixer. A maioria dos modelos de entrada tem EQ simples de 2 ou 3 bandas, para agudos, médios e graves. Isso já permite uma modelagem básica, mas mesas avançadas dispõem de EQs paramétricos ou gráficos, possibilitando ajustes finos em frequências específicas. Dependendo da sua necessidade — seja músico buscando nuance máxima, podcaster querendo clareza na voz, ou DJ que precise ajustar frequências em tempo real — considere qual nível de controle de EQ atende melhor ao seu caso.

Tomando a decisão final

Para decidir com segurança, ler opiniões de usuários sobre os modelos que você selecionou é fundamental. Comentários de outros compradores trazem detalhes que especificações técnicas não mostram. Dê atenção especial aos relatos sobre qualidade de som, durabilidade e funcionalidades específicas, como conectividade Bluetooth ou entradas TRS (Tip, Ring, Sleeve). O Bluetooth pode ser requisitado para uso sem fios; já as entradas TRS são fundamentais para sinais balanceados e para evitar ruídos. Considere esses pontos ao estudar as avaliações, pois podem impactar bastante sua satisfação no longo prazo.

Pensando nas necessidades futuras

Proteger seu investimento para o futuro também exige atenção. Um mixer de 4 canais pode servir agora, mas pense em como suas necessidades podem crescer para evitar trocar o equipamento logo. Se você pretende começar a produzir música, receber mais convidados no podcast ou atuar em sonorização ao vivo, talvez já valha investir em um mixer com mais recursos e canais. Isso pode significar uma mesa com processadores de efeito, múltiplos barramentos para roteamento mais complexo ou interfaces digitais para integrar facilmente à gravação em computador. Planejar evita despesas e trocas precoces.

Efetuando a compra

Depois de avaliar todos os fatores, é hora de comparar preços em diferentes lojas, físicas ou online. Busque as melhores ofertas, sabendo que o mais barato nem sempre é o melhor negócio. Você pode se deparar com um mixer simples de linha, um modelo digital mais avançado ou ainda interfaces de áudio baseadas em software, equipadas com recursos como phantom power para microfones condensadores. O phantom power é indispensável para esses mics, fornecendo a tensão necessária para capturas de alta qualidade. Pese os prós e contras de cada modelo conforme suas necessidades e escolha com critério.

Em resumo, escolher a mesa de áudio certa é um processo multifacetado. Seja optando por uma mesa analógica, digital ou baseada em software, lembre-se de que esse equipamento terá impacto direto na qualidade da sua produção ou performance. Avaliando com critério os recursos e possibilidades e considerando desde as necessidades atuais até a escalabilidade futura, você estará pronto para tomar uma decisão que vai acompanhá-lo por muitos anos.

Explorando o Speechify AI Voice Over para uma produção de áudio ainda melhor

Embora este guia foque em mixers para produção musical, podcasts e sonorização ao vivo, existe outra ferramenta interessante para criar conteúdo de áudio profissional: Speechify AI Voice Over. Compatível com iOS, Android e PC, o Speechify permite transformar texto em áudio realista rapidamente. Se você é podcaster ou músico querendo adicionar narrações às suas faixas, esse app oferece uma forma prática de criar áudio de alta qualidade. Imagine finalizar sua mixagem e incorporar narrações geradas por IA que soam quase humanas! A versatilidade do Speechify pode ser um excelente acréscimo ao seu kit de produção. Não acredite só nas nossas palavras — experimente o Speechify AI Voice Over hoje mesmo!

Perguntas frequentes

1. Posso usar minha mesa de som como amplificador para meu sistema de home theater?

Embora mixers e amplificadores tenham funções diferentes, alguns mixers de alto padrão vêm com amplificadores embutidos capazes de acionar caixas de som diretamente. Porém, essa configuração geralmente não é recomendada para home theater. Um amplificador é projetado especificamente para fornecer a potência necessária às caixas, entregando áudio com qualidade e volume adequados. Já o mixer serve para combinar fontes de áudio e pode não oferecer potência suficiente para speakers de home theater. Para melhores resultados, use um amplificador separado ou um mixer com amplificador integrado, mas projetado para essa finalidade.

2. Mesa para DJ é diferente de outros tipos de mixer?

Sim, a mesa para DJ é um tipo específico de mixer feito para aplicações de discotecagem. Ao contrário dos mixers tradicionais usados em estúdios ou ao vivo, os mixers para DJ costumam ter menos canais e priorizam controles fáceis para mixar em tempo real. Normalmente têm crossfader, controle de pitch e efeitos especiais voltados para DJs, como sincronização de batidas ou simulação de vinil. Ambos os tipos ajustam níveis, EQ e às vezes efeitos, mas o mixer de DJ é otimizado para transições ágeis e manipulação sonora ao vivo.

3. Como uma mesa Tascam se compara a outras marcas?

A Tascam é outra marca consagrada, oferecendo mixers para uso doméstico e profissional. As mesas Tascam são conhecidas pela construção robusta e desempenho confiável. Embora possam não ter tantos canais ou efeitos integrados quanto outras marcas, entregam qualidade sonora sólida e operação simples, o que facilita o uso. Muitas vezes a Tascam traz integração digital, tornando seus mixers compatíveis com diferentes ambientes de gravação. Para quem busca uma opção confiável e direta, a Tascam pode ser uma ótima escolha.

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Cliff Weitzman

CEO e fundador da Speechify

Cliff Weitzman é um defensor da causa da dislexia e o CEO e fundador da Speechify, o aplicativo número 1 de conversão de texto em fala do mundo, com mais de 100.000 avaliações 5 estrelas e líder de downloads na App Store na categoria Notícias & Revistas. Em 2017, Weitzman foi incluído na lista Forbes 30 under 30 por seu trabalho para tornar a internet mais acessível a pessoas com dificuldades de aprendizagem. Cliff Weitzman já foi destaque em veículos como EdSurge, Inc., PC Mag, Entrepreneur, Mashable, entre outros importantes meios de comunicação.

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