Melhores audiolivros de Patti Smith
Patricia Lee Smith, mais conhecida como Patti Smith, tem talento em várias áreas, do canto e da performance à pintura e à escrita. Embora seja mais reconhecida por sua carreira musical, Patti tem várias grandes obras como autora, incluindo a biografia/autobiografia Year of the Monkey e o premiado livro de memórias Just Kids. Além disso, todos os livros de Patti estão disponíveis em formato de audiolivro, narrados por ela mesma.
Sobre Patti Smith
Biografia
Patti Smith é uma cantora, compositora, poetisa, pintora e autora americana. Nasceu em 1946 em Chicago e foi casada com Fred “Sonic” Smith até a morte dele em 1994. Conhecida como a “poetisa do punk”, Patti se tornou altamente influente no movimento punk rock de Nova York com seu álbum de estreia de 1975, Horses, considerado um dos álbuns de rock mais importantes de todos os tempos. Antes de cantar e se apresentar, Patti trabalhou em uma fábrica, depois começou a fazer performances de spoken word e, posteriormente, formou o Patti Smith Group. Além de sua carreira musical, na qual gravou doze álbuns, Patti expôs seus desenhos e publicou vários livros, incluindo M Train, Year of the Monkey, Coral Sea e o premiado Just Kids. Patti Smith é conhecida por narrar seus próprios audiolivros, além de Blood on Snow, de Jo Nesbo.
Gênero de escrita
A maioria dos livros de Patti Smith são memórias e biografias/autobiografias.
Resumo dos prêmios
Patti foi indicada ao Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina de Rock em 1998 e 2001, e ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada em 2016 e 2017. Ela venceu o ASCAP Pop Music Awards de Música Mais Executada em 1995 por Because the Night, ganhou o Grammy Hall of Fame em 2021 pelo álbum Horses e faz parte do Hall da Fama do Rock and Roll.
Top 3 audiolivros de Patti Smith
Os três principais livros de Patti Smith incluem:
Just Kids
M Train
Year of the Monkey
Principais audiolivros narrados pela própria Patti Smith
Os principais audiolivros de Patti Smith narrados por ela mesma incluem:
Just Kids
M Train
Year of the Monkey
Patti Smith no Minetta Lane
Just Kids
Detalhes da publicação
Just Kids foi publicado em 19 de janeiro de 2010 pela Ecco. A versão em áudio é narrada por Patti Smith na Amazon e publicada pela HarperAudio.
Sinopse
Just Kids, de Patti Smith, é um best-seller de memórias e uma história de amor que registra sua relação com o fotógrafo Robert Mapplethorpe. Patti narra a relação complexa dos dois, desde o começo na pobreza, apoiando os sonhos um do outro e servindo de inspiração mútua. Ela descreve sua trajetória como artista, poetisa e musicista no fim dos anos 60 e a caminhada do casal pelo cenário musical de Nova York no auge da década de 60. A jornada começa em Coney Island, passa pela Rua 42 e chega à mesa redonda do Max's Kansas, onde a turma de Andy Warhol costumava se reunir. Eles se mudam para o Chelsea Hotel enquanto crescem e trabalham para viver de sua arte.
Avaliações gerais
Just Kids tem uma avaliação geral de 4,2 de 5 estrelas.
“[Just Kids] nos lembra que a inocência, os ideais utópicos, a beleza e a revolta são estrelas-guia da iluminação na jornada humana. Seu livro evoca, sem hesitar ou titubear, uma memória coletiva — uma que nos orienta no presente e para o futuro.” — Michael Stipe, revista Time
“O mais encantador e evocativo livro de memórias sobre a Nova York descolada dos anos 60 e início dos anos 70 que qualquer ex-habitante já publicou.” — Top 10 livros de Janet Maslin de 2010, New York Times
M Train
Detalhes da publicação
M Train foi publicado em 6 de outubro de 2015 pela Alfred A. Knopf, Random House Audio.
Sinopse
O livro de memórias M Train foi escrito e depois gravado como audiolivro pela própria Patti na Audible, pela Amazon, sendo indicado ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada. Baseado em anos posteriores de sua vida, cobre os 40 anos entre o lançamento do álbum de estreia Horses e a escrita de M Train, trazendo lembranças marcantes de sua vida em Detroit, Michigan, e das perdas que sofreu — como a morte do marido, Fred Smith, o falecimento do irmão apenas um mês depois e a perda do amigo Robert Mapplethorpe.
Avaliações gerais
M Train tem uma avaliação geral de 4 de 5 estrelas.
“Um elogio elegante — e profundamente emocionante — ao que ela 'perdeu e não pode encontrar', mas pode relembrar em palavras.” — The New York Times
“Começa em um pequeno café no Greenwich Village e termina como um réquiem onírico no mesmo lugar, abrangendo um mundo perdido inteiro... Apesar de todas essas perdas, há uma alegria extraordinária aqui... Leitores que compartilham a peregrinação transcendental de Smith podem se encontrar renascidos nas páginas desta belíssima autobiografia.” — The Washington Post
Year of the Monkey
Detalhes da publicação
Year of the Monkey foi publicado em 24 de setembro de 2019 pela Penguin Random House.
Sinopse
Year of the Monkey é a mais recente biografia/autobiografia de Patti Smith. Patti conta um ano de andanças solitárias após uma série de concertos de Ano Novo em San Francisco. O surreal ano lunar começa em fevereiro, trazendo reviravoltas inesperadas, travessuras e tristeza. Ao narrar esse ano de sua vida, Patti mergulha fundo nas grandes mudanças da vida, como a perda, o envelhecimento e a drástica mudança no cenário político dos EUA. Patti escreve sobre suas viagens e experiências do sul da Califórnia ao deserto do Arizona, até uma fazenda em Kentucky para ajudar um amigo em crise e até o quarto de hospital de um mentor querido. Patti oferece sua sabedoria, humor e esperança em um mundo melhor enquanto entra em uma nova década de sua vida. Year of the Monkey é ilustrado com polaroides feitos pela própria Patti.
Avaliações gerais
Year of the Monkey tem uma avaliação geral de 3,8 de 5 estrelas.
“Comovente — um relato de vagueações físicas e intelectuais... Smith não se revolta contra a chegada do aniversário de 70 anos, nem o ignora. Ela encontra arte em todos os lugares e segue sendo uma pioneira, a mesma poeta que desafia regras e escritora vencedora do National Book Award... Ela está, como escreve em Year of the Monkey, ‘ainda cumprindo minha missão, a de estar viva, o melhor que posso’.” — Jack Cline, The Washington Post
“Sutil e enigmático... A vida não pode deixar de nos confundir; o amor é suficiente para nos sustentar, e a perda, mesmo que não se reverta, pode, por um momento, ser redimida. [Mas] Smith é perspicaz demais para consolos fáceis; ela já passou por muita coisa... Ela evoca essa cena, esse momento, dando-lhe o peso de um acerto de contas. Year of the Monkey nos lembra que desespero e possibilidade muitas vezes nascem na mesma origem.” — David L. Ulin, Los Angeles Times

